Neste domingo, dia 24, a Praia de Ponta Verde, em Maceió, testemunhou uma cena rara e triste quando uma baleia jubarte, com cerca de 11 metr...
Neste domingo, dia 24, a Praia de Ponta Verde, em Maceió, testemunhou uma cena rara e triste quando uma baleia jubarte, com cerca de 11 metros de comprimento, foi encontrada morta e encalhada na faixa de areia. A Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana, em parceria com o Instituto Biota, respondeu prontamente ao chamado para remover o mamífero.
Especialistas, incluindo Bruno Stefanis, biólogo e mestre em Biodiversidade e Conservação, confirmaram que a baleia já estava morta quando encalhou. Sinais de gases em seu corpo indicavam que ela havia falecido há alguns dias. O motivo exato da morte permanece desconhecido e exigiria uma investigação mais aprofundada.
A Alurb, sob a supervisão de Moacir Teófilo, diretor-presidente, empreendeu um esforço considerável para remover o animal, dada sua grande dimensão. Devido ao avançado estado de decomposição, o Instituto Biota recomendou o descarte no aterro sanitário, impossibilitando estudos adicionais ou outros procedimentos.
As baleias jubarte, cientificamente conhecidas como Megaptera novaeangliae, podem atingir impressionantes 16 metros de comprimento e pesar cerca de 40 toneladas. São reconhecíveis por sua coloração quase negra, nadadeira dorsal característica e grandes nadadeiras peitorais, que podem chegar a 1/3 do comprimento do corpo e geralmente são brancas. Este triste incidente serve como um lembrete da importância da preservação dessas magníficas criaturas e do ecossistema marinho.


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