Antônio Campos, advogado e escritor, critica veementemente a atual gestão em Olinda, apontando-a como a maior desgraça desde o incêndio pr...
Antônio Campos, advogado e escritor, critica veementemente a atual gestão em Olinda, apontando-a como a maior desgraça desde o incêndio provocado pelos holandeses. Para ele, a incompetência, inoperância e desperdício caracterizam o "Lupercismo", referindo-se ao prefeito Lupércio. Campos destaca a falta de transparência na administração do dinheiro público e a perda de recursos significativos durante o mandato atual.
Ao se referir ao Professor Lupércio, que também é pré-candidato, Campos questiona suas habilidades de gestão, acusando-o de ser um bom professor apenas para interesses pessoais. Ele compara Lupércio a Newton Carneiro, destacando seu falso populismo e falta de compromisso com uma gestão eficaz.
Antônio Campos apresenta sua pré-candidatura como uma alternativa para trazer mudanças reais a Olinda. Ele destaca sua experiência como gestor cultural e promete transformar a cidade na "Capital Criativa do Nordeste". Sua proposta inclui programas sociais para jovens, idosos e a população carente, visando melhorar a qualidade de vida dos habitantes.
Em relação às relações políticas, Campos expressa admiração pela governadora Raquel Lyra e afirma ter diálogo com diferentes esferas políticas, incluindo o governo Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Ele destaca seu conhecimento e relação com órgãos internacionais de financiamento de projetos governamentais.
O advogado também aborda sua passagem pela presidência da Fundação Joaquim Nabuco no governo Bolsonaro, ressaltando sua independência e as entregas culturais e educacionais durante seu mandato.
Sobre o movimento "Olinda Quer Mais", coordenado por Campos, destaca a identificação e discussão dos problemas da cidade, resultando em uma proposta inovadora de plano de governo.
Antônio Campos delineia seu projeto para a cultura de Olinda, enfatizando a atração de investimentos na economia criativa, criação de uma lei própria de incentivos fiscais e a promoção do Polo de Economia Criativa em diálogo com outras regiões do Brasil e do mundo. Ele almeja transformar Olinda na "Capital Criativa do Nordeste", aproveitando seu rico patrimônio histórico e cultural.
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