Em mais um avanço nas relações comerciais entre Brasil e Tailândia, o Ministério da Agricultura anuncia a autorização para exportação de pal...
Em mais um avanço nas relações comerciais entre Brasil e Tailândia, o Ministério da Agricultura anuncia a autorização para exportação de palatabilizantes à base de hidrolisado de fígado de aves e suínos. O Certificado Sanitário Internacional, obtido após intensas negociações, abre as portas para esse segmento, fortalecendo a presença brasileira no mercado asiático.
Após cerca de três meses de diálogo, o Brasil conquista a aprovação para enviar ao país asiático insumos essenciais na produção de ração animal. Além dessa novidade, recentemente a Tailândia já havia permitido a importação do farelo de milho brasileiro, um subproduto proveniente da produção de etanol de milho, conhecido como DDG.
As estatísticas revelam o impacto positivo dessas negociações. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras para a Tailândia atingiram a marca de US$ 3,14 bilhões, totalizando 5,58 milhões de toneladas. O país asiático ascende como o terceiro principal destino dos produtos agrícolas brasileiros na região.
Soja em grão e farelo de soja destacam-se como protagonistas, respondendo por expressivos 96% dos embarques ao país tailandês. A diversificação das exportações com a inclusão de novos produtos, como os palatabilizantes, fortalece a parceria bilateral e evidencia a competitividade do agronegócio brasileiro.
No cenário internacional, o Brasil destaca-se por acumular 73 aberturas de mercado para produtos da agropecuária apenas neste ano. Essas conquistas reafirmam a confiança dos parceiros comerciais na qualidade e segurança dos produtos brasileiros, impulsionando o crescimento do setor e contribuindo para o desenvolvimento econômico do país.
Com a abertura para novos produtos na Tailândia, o Brasil consolida sua posição como um parceiro estratégico na oferta de insumos agrícolas, promovendo uma relação comercial sólida e benéfica para ambas as nações. As perspectivas apontam para um fortalecimento contínuo desses laços, estimulando oportunidades de negócios e impulsionando a expansão do agronegócio brasileiro no mercado internacional.


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