No cenário brasileiro, a temporada de compras natalinas está prestes a atingir patamares extraordinários, com cerca de 133 milhões de consum...
No cenário brasileiro, a temporada de compras natalinas está prestes a atingir patamares extraordinários, com cerca de 133 milhões de consumidores ansiosos para contribuir com a injeção de mais de R$ 74 bilhões na economia, revela uma pesquisa recente divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offerwise Pesquisas.
Os dados revelam que, em média, cada consumidor pretende adquirir quatro presentes neste Natal, com um gasto estimado de R$ 138 por presente. Roupas, perfumes ou cosméticos, calçados e brinquedos emergem como os líderes do ranking de preferências de presentes.
As figuras mais presenteadas este ano serão os filhos, seguidos pela mãe, cônjuge e irmão. Daniel Sakamoto, gerente executivo na Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, destaca também uma tendência interessante: um número significativo de brasileiros planeja presentear a si mesmos durante as festividades.
Entretanto, a pesquisa identifica que 27% dos entrevistados que não planejam presentear atribuem essa decisão à falta de recursos financeiros, enquanto 17% alegam não gostar ou não ter o costume de presentear. Outros 15% estão endividados e optarão por priorizar o pagamento de suas dívidas.
No que diz respeito ao canal de compras, as lojas físicas ainda mantêm sua preferência entre os consumidores. Mesmo com a ascensão do comércio eletrônico, a pesquisa revela que, entre aqueles que pretendem realizar compras online, os sites internacionais superam os nacionais.
Daniel Sakamoto compartilha insights sobre o comportamento do chamado 'consumidor multicanal', que transita entre lojas físicas e virtuais. Essa dinâmica revela uma abordagem diversificada na busca pelos presentes desejados, agregando uma experiência de compra mais abrangente.
O estudo sinaliza um otimismo generalizado para o setor varejista neste Natal, refletindo não apenas a disposição dos consumidores em presentear, mas também a variedade de escolhas e estratégias de compra adotadas. Com os números projetados, a expectativa é que o comércio varejista tenha um fim de ano robusto e positivo.


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