A partir desta segunda-feira (1º), empresas pernambucanas têm a oportunidade de se destacarem em responsabilidade socioambiental com a abert...
A partir desta segunda-feira (1º), empresas pernambucanas têm a oportunidade de se destacarem em responsabilidade socioambiental com a abertura das inscrições para o Selo Empresa Verde 2024. Toda pessoa jurídica com CNPJ ativo no estado pode participar e buscar essa certificação que reconhece seus esforços em prol da preservação ambiental e sustentabilidade.
Promovido pela Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe), a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha (Semas-PE), e a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), o Selo Empresa Verde destaca-se como uma iniciativa singular do Poder Executivo Estadual.
O programa, válido por dois anos, visa reconhecer e incentivar as práticas sustentáveis das empresas locais. Além do certificado de "Empresa Verde", os benefícios incluem a atração de novos clientes alinhados com questões socioambientais, acesso facilitado a linhas de crédito com critérios ambientais e prioridade em licitações estaduais.
Segundo Karla Godoy, secretária executiva de sustentabilidade da Semas-PE, o Selo Verde vai além de uma mera distinção, ele busca promover uma reflexão e mudança de comportamento nas empresas, estimulando a adoção de práticas sustentáveis de forma contínua.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 30 de abril, através do site da Jucepe, sendo necessário apresentar CNPJ ativo e contrato social que reafirme o compromisso sustentável da empresa. Os selecionados serão homenageados em uma cerimônia de reconhecimento em junho, cujos detalhes serão divulgados em breve.
Além disso, o Selo Empresa Verde passou por uma reformulação este ano, alinhando-se ao Plano Pernambucano de Mudança Econômico-Ecológica (PerMeie), com critérios atualizados que contemplam práticas ambientais eficientes e regenerativas. Para a edição de 2025, está prevista a inclusão de critérios sociais e de governança na legislação, consolidando a importância dos três pilares (Ambiental, Social e Governança) na transição econômica do estado.
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